Tantas palavras, mas tantas... Que me escapam. Dissolvem-se no céu da boca, que é quase um algodão doce, e na hora em que as mais preciso, me são furtadas. Ou até, por vezes, se colocam propositalmente umas na frente das outras e me fazem tropeçar no discurso. Elas brincam comigo, como todo mundo faz. Fazem-me de tola diante dos olhos mais esperados e dos juízos mais afiados.
Que querem as palavras dessa vez? Que querem elas sempre?
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